sábado, 5 de novembro de 2011

HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 25.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE
A autora Jussara Hoffmann tem como objetivo pensar as questões relacionadas à avaliação apondo-se a uma prática tradicional. Muitas vezes vista como uma forma de classificar, ou até mesmo de repreender, o maior desafio dos educadores é tornar a avaliação um método de melhoria na qualidade de ensino. Mas ainda há muitas barreiras que dificultam a superação da prática tradicional, que é vista tanto por alguns pais, como por alguns educadores como garantia de um ensino de qualidade, sendo que a escola tradicional é enxergada muitas vezes como uma escola conservadora, exigente e de boa qualidade. Para haver mudanças na educação é necessário que haja mudanças também na prática avaliativa, buscando sempre uma educação de qualidade, mesmo que nem sempre essas práticas sejam condizentes com a teoria. A possibilidade de haver mudanças nos métodos utilizados pelas escolas tradicionais fica cada vez mais dificultosa. Há um receio em mudar as práticas avaliativas tradicionais que medem os saberes.  Como a autora relata:
Muitos fatores dificultam a superação da prática tradicional, já não criticada, dentre muitos, desponta sobre maneira, a crença dos educadores de todos os graus de ensino, na manutenção da 

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HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 25.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE
A autora Jussara Hoffmann tem como objetivo pensar as questões relacionadas à avaliação apondo-se a uma prática tradicional. Muitas vezes vista como uma forma de classificar, ou até mesmo de repreender, o maior desafio dos educadores é tornar a avaliação um método de melhoria na qualidade de ensino. Mas ainda há muitas barreiras que dificultam a superação da prática tradicional, que é vista tanto por alguns pais, como por alguns educadores como garantia de um ensino de qualidade, sendo que a escola tradicional é enxergada muitas vezes como uma escola conservadora, exigente e de boa qualidade. Para haver mudanças na educação é necessário que haja mudanças também na prática avaliativa, buscando sempre uma educação de qualidade, mesmo que nem sempre essas práticas sejam condizentes com a teoria. A possibilidade de haver mudanças nos métodos utilizados pelas escolas tradicionais fica cada vez mais dificultosa. Há um receio em mudar as práticas avaliativas tradicionais que medem os saberes.  Como a autora relata:
Muitos fatores dificultam a superação da prática tradicional, já não criticada, dentre muitos, desponta sobre maneira, a crença dos educadores de todos os graus de ensino, na manutenção da 

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A terceira pergunta relata o processo de desenvolvimento do aluno na escola e a qualidade dessa aprendizagem ao decorrer de sua vida escolar, levantando questionamentos em relação ao fato de que, muitas vezes, a escola não trabalha o desenvolvimento máximo dos alunos, conformando-se muitas vezes apenas com notas altas e bom comportamento.  O fato de um aluno obter notas altas na escola nem sempre significa que esse aluno terá um bom desempenho fora da escola ou até mesmo que ele tenha realizado seu desenvolvimento máximo possível, ou até mesmo o contrário, alunos que muitas vezes são taxados de desatentos, desinteressados e ate mesmo burros, ao sair da escola, conseguem um desempenho brilhante fora dela. A autora relata que “... Observamos com freqüência, histórias contraditórias de que maus alunos que se tornam excelentes profissionais. Ou o inverso, alunos nota 10 em cursos superiores que realizam estágios profissionais medíocres.” (HOFFMAN, 2006, p. 23)


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Essa questão pode ser analisada a partir de três pontos: O sistema de avaliação tradicional, classificatório, assegura um ensino de qualidade? A manutenção das provas e notas é garantia do efetivo acompanhamento dos alunos no seu processo de aprendizagem? O sucesso de um aluno na escola tradicional representa o seu desenvolvimento máximo possível? (HOFFMAN, 2006, p.12)
A primeira pergunta refere-se à crença no sistema tradicional de avaliação, que enfatiza uma escola elitista, alicerçada no capitalismo, que se baseia em um sistema classificatório e que por alguns ainda é enxergada como responsável por um ensino de qualidade, chegando muitas vezes a repreender o aluno e ate mesmo a reprová-lo, descartando assim a realidade do aluno e chegando muitas vezes a afastá-lo da escola, resultando assim em um grande numero de repetência e evasão escolar no ensino público, evasão essa que resulta numa séria dificuldade no acesso escolar a séries mais avançadas para alguns alunos. Segundo a autora:
“... a escola brasileira tem sido pródiga em construir barreiras para que tal acesso não ocorra, seja qual for a perspectiva em que se venha a analisá-lo. A maioria das escolas públicas apresenta o mesmo panorama: Muitas turmas, de muitas crianças, nas primeiras séries do Ensino Fundamental; turmas únicas, de poucos alunos, nas 8ªs séries.” (HOFFMAN, 2006, p. 13)
A segunda pergunta é referente à metodologia tradicional de aplicação de provas e atribuição de notas adotadas pelas escolas, e o modo como alguns professores se refugiam nesses métodos para desenvolver seu trabalho. Os professores, muitas vezes, preocupam-se apenas em aplicar provas e testes, sem antes, ao menos, entender o significado que a avaliação possui. A autora relata que “... Os educadores em geral, discutem muito “como fazer a avaliação” e sugerem metodologias diversas, antes, entretanto, de compreender “verdadeiramente o sentido da avaliação na escola””. (HOFFMAN, 2006, p. 17)

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HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 25.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE
A autora Jussara Hoffmann tem como objetivo pensar as questões relacionadas à avaliação apondo-se a uma prática tradicional. Muitas vezes vista como uma forma de classificar, ou até mesmo de repreender, o maior desafio dos educadores é tornar a avaliação um método de melhoria na qualidade de ensino. Mas ainda há muitas barreiras que dificultam a superação da prática tradicional, que é vista tanto por alguns pais, como por alguns educadores como garantia de um ensino de qualidade, sendo que a escola tradicional é enxergada muitas vezes como uma escola conservadora, exigente e de boa qualidade. Para haver mudanças na educação é necessário que haja mudanças também na prática avaliativa, buscando sempre uma educação de qualidade, mesmo que nem sempre essas práticas sejam condizentes com a teoria. A possibilidade de haver mudanças nos métodos utilizados pelas escolas tradicionais fica cada vez mais dificultosa. Há um receio em mudar as práticas avaliativas tradicionais que medem os saberes.  Como a autora relata:
Muitos fatores dificultam a superação da prática tradicional, já não criticada, dentre muitos, desponta sobre maneira, a crença dos educadores de todos os graus de ensino, na manutenção da ação avaliativa classificatória como garantia de um ensino de qualidade, que resguarde um saber competente dos alunos. (HOFFMAN, 2006, p.11)
Ainda segundo a autora: